Eu podia estar roubando, matando, pedindo esmolas... No entanto, eu estou aqui, perdido, pedindo um pouco de atenção. Para? Sobre? Não sei ainda. Vou descobrir, mas, enquanto isso, apesar dos pesares, peço para que não vá. Fique mais um pouco. Corte meu peito com suas mentiras. Sobre o que escrevo? Não sei. Apenas escrevo. Deixo as coisas fluírem, aos poucos, gota por gota, frase por frase, fluir. Nada é melhor que esquecer. Frustrações apodrecem, erros são eternos. São nossas marcas. Chagas na alma. Tudo passa, tudo passará... Já dizia o anão. Melhor queimar aos poucos que desaparecer. adeus.
Quem são vocês? Não posto algo relevante - como se o fizesse - há vários meses. No entanto, para minha surpresa, toda semana recebo algum recado em agradecimento por um disco, um informação, uma palavra errada.
Saindo do trabalho: fome. Atravesso uma rua e a vejo. Um bela mulher, jovem, do jeito que gosto: sem muitas linhas retas. Caminho em sua direção. Paro. Absorvo a revelação: ela não tem braço esquerdo.
- Está olhando o quê? - Nada. - Nunca viu alguém sem braço? - Sim, vi. Mas nunca vi alguém tão bela quanto com o braço esquerdo ausente. - ...
Nada como ouvir um disco novo, de uma banda desconhecida e se surpreender com a música. A melodia que ressoa constantemente na cabeça, os embromations ao cantarolar um verso e o botão de repeat sempre pressionado.
Três bandas me trouxeram novamente esta sensação, até um pouco esquecida, já que a maioria dos discos que ouvi só possuíam uma ou duas canções audíveis, boa música só por milagre.
Os discos:
O segundo disco da banda Vampire Weekend, "Contra", é excelente, não é um clássico, mas se sobressai da grande maioria das bandas surgidas no fim desta década. Misturando rock com ritmos africanos, o grupo faz um som dançante e criativo. Destaque para a mescla entre a percussão africana e guitarras jangle-pop (quê?).
Outro disco é o terceiro da banda texana White Denim, "Fits", eu gostei porque é um rock cru, sem frescura, sem coisas eletrônicas - mentira, a banda usa muito loop e overdubs, mas nada que descaracterize o garage rock que fazem - e, o melhor, conta com um baixo Rickenbacker cobrindo o som dos outros instrumentos. Banda para quem curte garage, stoner, psych, hard e Rickenbacker.
Diferente das duas outras bandas, o Groundhogs não é uma banda nova. O disco que ouvi é de 1970, o quinto da carreira do grupo inglês, e conta uma pegada mais voltada para o blues-rock - alguns críticos consideram o Groundhogs os pais do estilo -, o "Split" por si só é uma pedrada e não se pode ouvir com som baixo. Disco para quem curte fuzz, blues, solos de air-guitar, air-drumming e hard setentista.
Trilha Ecológica é utilizada como instrumento de inclusão para deficientes visuais do RN
SUPERAÇÃO, essa é a palavra que define o dia a dia do deficiente visual. Ainda mais num país aonde a acessibilidade ainda não chega nem perto do aceitável, a vida de um deficiente visual, ou qualquer outro portador de deficiência ou mental, é um verdadeiro martírio.Pensando em ajudar os deficientes visuais nessa batalha do cotidiano, alunos e professores da UFRN participam do Programa de Combate e Prevenção do Estresse Direcionado aos Deficientes Visuais: Planejando e Construindo Trilhas Ecológicas para Cegos. Projeto de extensão coordenado pelo Prof. Pitágoras José Bindé em comuna com os alunos da Universidade Federal.
O Projeto visa combater e prevenir o estresse através de uma atividade físico-mental, trabalhando com os integrantes do Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos do Rio Grande do IERC/RN uma maneira de fomentar a individualização do aprendizado; estimular a concretização da tarefa; proporcionar um ensino unificado que tende a contextualizar o conhecimento em sua totalidade, bem como oferecer uma estimulação adicional aos cegos e o desenvolvimento de auto-atividades.
Sem fins lucrativos, o IERC é uma instituição reconhecida de utilidade pública municipal, estadual e federal, tendo seu registro no Conselho Nacional de Assistência Social. A partir de um trabalho multidisciplinar que abarcou as áreas de Educação Física, Psicologia e Comunicação foi desenvolvido uma primeira versão de um projeto de trilhas ecológicas para deficientes visuais com o objetivo principal de proporcionar aos participantes desta atividade o combate e prevenção do estresse através de uma atividade físico-mental
Cerca de 50 participantes organizaram um trekking, no dia 27 de novembro, partindo do Clube Jiqui até a Chácara Renascer. O Trekking também é conhecido como Enduro de Regularidade que consiste em uma trilha pré-estabelecida por uma organização onde os integrantes das equipes recebem uma planilha contendo os trechos a serem seguidos, suas velocidades e distâncias. A velocidade média se encontra em metros por minuto e a distância em metros. As atividades iniciaram-se com uma pequena atividade de alongamento, depois os participantes foram divididos em equipes onde houve uma fundamentação sobre o tema estresse. As atividades continuaram com um cabo de guerra entre as equipes no rio e ocorreu também a Troca de guias – quando cegos passaram a guiar os não-cegos. Logo após ocorreu uma palestra nutricional e algumas atividade físico-cognitivas com os participantes. Ao fim, aconteceu um churrasco de confraternização de todos que participaram do evento na chácara Renascer.
Texto publicado para obtenção de nota na disciplina de psicologia da comunicação
MARKSUEL DE OLIVEIRA FIGUEREDO JALMIR ADALBERTO BARROS DE OLIVEIRA LUCAS MATTHAUS ARAUJO LEANDRO
A lenda de grega de Narciso narra a história de um jovem com grande beleza – comparável aos deuses -, no entanto, a sua beleza o levou a ruína. O jovem morre por ficar embevecido com sua imagem refletida nas águas de um rio. O psicanalista Sigmund Freud, em seus estudos da psique humana, descreve que o ato de contemplar demasiadamente a própria beleza e de alimentar uma extremada defesa do ego é chamado de narcisismo. No entanto, o que Natal tem a ver com isso? O complexo de Narciso é algo inato a população da cidade. Talvez seja algo genético, talvez a água com nitrato da companhia de água e esgotos, talvez seja o clima – melhor ar da América latina -, não sei realmente o que é, mas é algo risível e, mesmo triste, ver as pessoas de Natal orgulhosas com as suas pequenezas. Estas pessoas amam defender a sua inanição intelectual.
Um dos mais famosos lemas socráticos conta: "Conhece-te a ti mesmo". Tomando por base a tarefa de descrever o "bairrismo na população natalense", eu fui atrás de depoimentos que me dessem essa certeza: somos totalmente ignorantes em relação a nossa ignorância.
Primeiramente, comecei estudando a célula-base da sociedade – a família. Não precisei pesquisar muito. Meus pais já me deram respostas suficientes. Só fazem compras de gêneros alimentícios em estabelecimentos gerenciados por "pessoas da terra". Ambos são funcionários públicos, sempre defendem os políticos locais, pois sem eles, os políticos, o emprego dos dois não existiria. Somente se informam através dos telejornais locais, e sempre se manifestam contra a vinda de empresas estrangeiras ou de outros estados para Natal.
Sempre me incomodou a obrigação de "louvar ou saudar" os frutos da terra. Culturalmente falando, qual a grande manifestação cultural natalense? Falácias. Sim, mas se houver algo que atinja relativamente grande parte da nossa população, então que o que escrevi caia no esquecimento. Não tenho a pachorra de afirmar que Natal é uma cidade pobre culturalmente falando. E isso é tão importante quanto às questões de saúde e educação; a cultura é um mecanismo de libertação e criação de análise crítica da sociedade.
Como aluno do curso de jornalismo, eu me sinto incomodado pelo nível de boçalidade que alguns membros da turma demonstram. Isso é reflexo das relações sociais que estabelecem ao longo da vida. Somos pessoas medíocres (eu incluso) narcisistas. Amamos nossa pobreza intelectual. Assim, algo se fortalece em meio a isso – um establishment de mediocridade plena. Forma-se uma massa incorruptível e impossível de escapar. Quem não se adéqua ao establishment fica alijado e longe de tudo. Conversa de perdedor? Talvez, mas é isso que a choldra medíocre nos força a crer.
Defender os próprios interesses não é errado. Elogiar e prestigiar a cultura, a política e economia não é algo errado - quando for necessário. Mas será necessário alimentar um sentimento ufanista e, ao mesmo tempo, alienador? Será necessário este separatismo regional que impomos a nossa realidade? Saiamos da zona de conforto. Que rompemos com a bolha de mediocridade falaciosa que nos cerca. Estamos numa realidade em que a informação é o bem mais importante e mais valioso. Este é um novo mundo totalmente conectado e liberto das amarras da ignorância.
Sonho com uma nova realidade para nós, natalenses. Um dia não mais seguiremos as normas cabais da frivolidade; não mais concordaremos com os políticos e suas famigeradas promessas televisionadas; não mais louvaremos o que achamos ruim, temos de ter um senso crítico mais verdadeiro; não mais concordaremos com alguém que esteja errado, apenas para defender nossos interesses. Por fim, que sejamos mais responsáveis por nossas vidas.
A classificação, o conceito, a definição e a descrição formam os fenômenos científicos. No entanto, desde quando, melhor dizendo, em que momento da história uma idéia, um pensamento, um sentimento passou a ser determinado como padrão ou realidade cientifica? A ciência é vida. E como essência é mutável, adaptável e segue determinados mecanismos que a explicam. A história, seguindo este raciocínio, é o fio condutor da transformação científica. Pois nada mais é que um diálogo do homem com a natureza.
A Ciência, ontologicamente falando, é uma metáfora de si mesma. As suas relações com a cultura, ética do pensamento e a reflexão sobra à sociedade fomentam a transfiguração do conceito.
A criatividade, ativada pela tríade percepção/observação/necessidade, é a ferramenta básica para a construção do pensamento científico. O papel reflexivo do ser humano na constituição da problemática sócio-cultural condiciona o surgimento do pensamento científico. Constituído o problema, podem-se constituir mecanismos capazes entender/solucionar, de maneira lógica e estruturada, o questionamento em questão.
A sociedade atual padece da incapacidade de compreender sua mutação. Não compreender a dialógica da dicotomia bom/mau ou falso/verdadeiro leva a um estado de desigualdade social. Do mesmo modo, o conhecimento é cada vez mais fragmentado e restrito. O que acarreta em graves problemas para toda a sociedade. Capra (1982) afirma que são três as causas para as atuais mazelas da sociedade: proximidade do fim das reservas naturais, crise do patriarcado e uma crise de valores.
Desassociar a ciência da natureza é um dos grandes erros do ser humano. Outro equivoco comum, surgido com a evolução e fragmentação do conhecimento, é o antagonismo criado entre razão e emoção. A plasticidade neurocerebral. Permite reproblematizar a relação, antes inconcebível ou difícil de admitir, entre intelecto e emoção. (Sacks, 1995).
A poeira se acumula na minha prateleira. Meus discos possuem uma nova capa com a sujeira que cresce a cada dia. Este é um retrato simétrico ao que acontece com o mercado fonográfico atual. Os discos estão esquecidos. As razões são: as tecnologias de compartilhamento de arquivos e os preços abusivos que induzem a primeira razão.
Lembro que comprar um disco era o evento da semana. Juntar dinheiro por dias a fio, ir à loja namorar o álbum pretendido, escondê-lo das outras pessoas e, finalmente, exercer o poder de compra. Era uma experiência singular. Quando chegava em casa, eu cumpria sempre o mesmo ritual. Trancava as portas do quarto, ligava o som, contemplava o encarte e me deixava sorver a música. Um momento mágico – sinestésico – ao ver cores, formas e imagens brotando das notas musicais.
Com o tempo, isso se perdeu. Quem perde tempo ouvindo um disco? Vivemos o tempo do tudo ao mesmo tempo agora. De uma nova realidade que nos impõe várias tarefas simultaneamente. A sensação é o que tempo ficou mais curto para as coisas que nos davam prazer. Assim, a música passa por um momento de afirmação. Se antes ouvíamos música por prazer, hoje ouvimos para nos acompanhar em não sei quantas tarefas ao mesmo tempo. Eu, por exemplo, escrevo este texto, leio os jornais digitais, respondo e-mails e ouço música. Talvez para dar foco, mas creio que seja apenas uma forma de me separar da confusão que é a vida. É bom estar só com os pensamentos, não se preocupar com o que está a sua volta.
Outra preocupação do disco é com seu conteúdo. Até o fim dos anos 90, o disco representava um determinado período criativo para o artista. Estava ali, por uma dúzia de canções, uma realidade amarrada através da música, que o ouvinte escolhia como trilha sonora para a semana. Hoje isso não existe. Os artistas se preocupam em fazer uma ou duas canções. A rapidez do download criou uma massa de ouvintes mais seletiva. Se um disco possui apenas uma música boa, o resto é descartável. A música se transformou num sistema de fast-food. A qualidade e a criatividade se perderam no caminho, o que importa é saciar a vontade da população com melodias pobres e facilmente esquecidas.
Sinto saudades dos tempos que comprava discos. Eu era feliz e não sabia. Engraçado é que se der vontade de comprar um, eu não terei aonde ir. Natal não possui lojas de discos. Todas sucumbiram com o avanço tecnológico e a falta de preparo administrativo. O que nos resta são os sebos. Talvez eu passe por um hoje, talvez.
Seguindo a linha das maravilhas da internet, eu compartilho como vocês algo que descobri hoje. É um livro virtual sobre os Beatles. Ótima fonte de informação para que se possa saber um pouco do impacto dos cinco jovens de Liverpool na música e nos costumes do nosso planeta.
Saiu uma pesquisa que mostra que 71% da população brasileira não possui acesso a internet. Esse é um dado interessante, pois se uma grande parcela da população afirma isso, os outros 29% usam em demasia. Engraçado, o brasileiro com acesso passa semanalmente 24 horas e 41 minutos na frente do computador. Um número digno de países de primeiro mundo. Na França, por exemplo, um internauta gasta 23 horas e 10 minutos. Além disso, boa parte desse tempo é gasto em redes sociais (orkut, twitter, facebook, Blogs?...). O brasileiro gosta mesmo é de conversar e de fazer parte de um grupo. Se isso é bom, não sei, mas somos uma panelinha conectada.
Isso mostra a continuidade da divisão sócio-econômica do Brasil - uns poucos com muito, e muitos com nada.
Nesta Segunda, 31, entrou no ar, depois de muita especulação, o "Blog do Planalto". Um novo canal de comunicação da Presidência da República para expor/divulgar/noticiar todas as ações relacionadas ao cargo político mais importante do Brasil.
Mesmo sendo um canal de comunicação da presidência, o Presidente Lula não participará da organização do blog. Uma equipe de assessoria liderada pelo Ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, terá a responsabilidade de manter e abastecer o site governamental com notícias.
Espera-se que haja transparência neste blog noticioso, tal qual o site da Petrobrás, para que não se transforme num braço para a futura campanha eleitoral. E que não seja, também, um blog de coluna social da presidência, divulgando os encontros do Presidente com personalidades políticas, sociais, artísticas ou esportivas.
Documentários sempre foram o "patinho feio" das salas de cinema. Esta categoria cinematográfica nunca atraiu público, o que impossibilita um maior aporte de novas produções. Além disso, os documentários dificilmente chegam à população - leia-se: televisão aberta. Seguindo esse raciocínio, além das dificuldades técnicas/orçamentárias e da falta de público, um dos ramos dos documentários - especialmente no Brasil - sofre outro problema: a falta de projetos. Os documentários musicais brasileiros são escassos. Mesmo contando com uma rica salada sonora, a falta de produções cinematográficas que abordem o tema música é latente.
No entanto, neste ano, contra todos os prognósticos, vários documentários musicais saíram do papel e chegaram nas telas dos cinemas brasileiros. E para confirmar este fato, dois eventos estão contribuindo para quebrar o paradigma que circundam os documentários. O primeiro foi o festival internacional documentário musical (In-edit). Evento que aconteceu em São Paulo, de 26 de junho a 05 de julho, contou com produções de todo o mundo. Esta foi a primeira vez que o Brasil recebeu tal evento. O segundo evento é a premiação anual da MTV Brasil que conta com uma nova categoria - melhor documentário musical. E os indicados nunca foram tão escolhidos para uma premiação, são eles:
Coração Vagabundo - Dir. Fernando Grostein Andrade: filme que conta a intimidade do cantor baiano durante a turnê do álbum "Foreign sound.
Dub Echoes - Dir. Bruno Natal: conta a trajetória do Dub. O ritmo que saiu das ruas de Kingston (Jamaica) para o mundo
Loki - Dir. Paulo Henrique Fontenelle: Narra a trajetória do músico Arnaldo Baptista. De mutante à louco.
Simonal, você não sabe o duro que dei - Dir. Claudio Manoel, Calvito Leal e Micael Langer: Conta a história do cantor Simonal. Um músico que no auge da carreira cai no ostracismo devido a uma falsa acusação de apoio ao governo militar nos anos 70.
Titãs - A vida até parece uma festa - Dir. Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves: Filme que conta a história do grupo paulista.
Ah, e o "Jards Macalé - Um Morcego na Porta Principal". Filme narra a história musical do "maldito" da contra-cultura paulista nas últimas quatro décadas.
Para completar, a MTV Brasil, em setembro, irá exibir vários documentários musicais. Clique aqui e veja quais são.
O sumiço do músico Belchior é algo intrigante. Sumido há meses, deixou tudo para trás: casa, carros, bens, e a vida de músico. As razões ninguém sabe, só o próprio cantor poderá responder. E isso não é a razão deste post.
A situação do Belchior se assemelha bastante com a de outra celebridade musical, Richey Edwards, o guitarrista e principal letrista nos primeiros discos do grupo britânico "Manic Street Preachers". Em fevereiro de 1995, o carro do músico inglês foi encontrado na ponte Severn, Londres, tudo estava lá: roupas, documentos, dinheiro... só que não havia pistas do que tinha acontecido com o Richey Edwards. Buscas foram feitas, mergulhadores vasculharam o rio, uma campanha maciça foi feita na tentativa de localizá-lo. NADA, nada foi encontrado. Em novembro do ano passado, a polícia inglesa juntamente com a família de Richey deram fim nas buscas. Richey James Edwards foi declarado morto.
Espero que não aconteça o mesmo com o Belchior. O disco Alucinação de 1976 é uma das obras-primas da música nacional. É um daqueles discos que você canta do início ao fim, as músicas já fazem parte do seu inconsciente, e no fim da audição há aquela sensação de bem-estar.
"Você não sente, não vê Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo Que uma nova mudança em breve vai acontecer O que há algum tempo era novo, jovem Hoje é antigo E precisamos todos rejuvenescer (bis)"